TEMA: MARIA, MULHER DE COMUNHÃO.
OBJETIVO: SERMOS UNIDOS AO PAI COMO MARIA.
I – RITOS INICIAIS
II – EVANGELHO: Jo 15, 1-6
III – MEDITAÇÃO:
Leitor 1: No encontro anterior aprendemos a orar com e como Maria. Neste nosso terceiro dia de novena em honra à nossa padroeira de Miranda, Nossa Senhora do Carmo, somos convidados a orarmos e refletirmos com Maria a vida de unidade que deve nortear nosso ser missionário com os irmãos e irmãs.
Leitor 2: A unidade é sinal de compromisso com o Reino, concretizada na pessoa do outro.
Leitor 3: Vivida, a unidade nos coloca em contato com o outro de nossa comunidade, o outro que é nosso irmão.
Leitor 1: A vida de comunhão nos leva a partilhar com os irmãos nossas dificuldades, alegrias, tristezas.
Leitor 2: Exige também que nos deixemos “podar”, ou seja, que a convivência nos leve a deixar certas verdades e apareça a vontade de Deus. A vontade de Deus se concretiza no ser Igreja, colocando a serviço nos dons.
Leitor 3: As Santas Missões Populares é uma vontade Deus, para que aconteça é necessário a unidade, comunhão, partilha nos trabalhos a serem realizados.
Leitor 1: Maria ensina que a vida de comunhão nos leva a aceitar as Santas Missões Populares, missão partilhada com todos os irmãos.
Leitor 1: A vida em comunhão faz com que permaneçamos em Cristo, e Ele em nós.
Leitor 2: Maria é mulher de comunhão, reúne em si a vontade de seu Filho, que sejamos um como Ele e o Pai são um.
Leitor 3: Nós somos a videira, da qual Deus cuida conforme sua bondade.
Leitor 1: É o próprio Deus quem sustenta e nutre seus filhos, dando forças para que a cada dia dêem frutos.
Leitor 2: Somente permanecendo unidos a videira, Jesus Cristo, é que poderemos dar frutos, fortalecendo a vida e a missão de nossas comunidades.
Leitor 3: As Santas Missões Populares nos une a Cristo, videira da qual somos ramos, nos sustenta na vida comunitária e nos torna solícitos aos irmãos.
IV – PARTILHA
01) O Evangelho nos fala da videira. Quem é a videira?
02) João nos fala da poda que o vinhateiro faz dos ramos que não dão fruto. Quem é o vinhateiro? Porque a poda?
03) Temos vivido realmente a dimensão da comunhão? Como?
04) A Santas Missões é o momento especial para que possa dar frutos a vida de unidade. Como temos feito para que isso aconteça?
05) Como avaliamos a vida em unidade? É de fato necessário essa dimensão?
06) Qual deve ser nosso ideal de cristão?
07) Quais os passos dados até agora nas Santas Missões Populares em que percebemos a unidade?
08) Que passos ainda precisamos dar para que, participando das Santas Missões Populares, possamos ouvir a voz da Igreja e sermos mais unidos?
V – ILUMINADO PELA PARTILHA DE HOJE, QUE COMPROMISSO COMUNITÁRIO E PESSOAL PODEMOS ASSUMIR?
VI – VAMOS TRANSFORMAR NOSSA PARTILHA EM ORAÇÃO DA COMUNIDADE.
VII – CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA DO CARMO
VIII – AVISO
IX – CÂNTICO DE ENVIO